O treinador do Boavista admitiu, esta sexta-feira, que o jogo com o Nacional, que no domingo (18 horas) encerra o calendário caseiro deste campeonato, será especial. "Os adeptos sempre nos apoiaram em casa, aqui sempre fomos uma equipa muito forte. Defrontamos um adversário quer a Liga Europa e nós ambicionamos o máximo de pontos; será ainda a despedida do Fary, que sempre foi uma pessoa especial no balneário. Queremos que seja uma festa especial e, se possível, com pontos", declarou Petit, que admitiu a hipótese de integrar o avançado senegalês no onze que poderá ter "uma ou outra surpresa".
Com a permanência já assegurada, o Boavista parte para as últimas três jornadas do campeonato sem qualquer pressão. Quer dizer, segundo Idris, no Bessa há sempre pressão para ganhar, já que os adeptos não deixam que a equipa entre em relaxamento. No entanto, na opinião do médio, essa mesma exigência só tem efeitos positivos no grupo às ordens de Petit. "Os adeptos do Boavista só nos obrigam a trabalhar mais. Temos de ter consciência que estamos num grande clube, que tem de jogar sempre para ganhar. É uma exigência boa, que só nos motiva ainda mais. Gostamos dos nossos adeptos e se eles nos empurram quando é preciso, também temos de saber retribuir-lhes com bons jogos", referiu Idris, que contribuiu para a permanência com dois golos contra o Moreirense. Apesar do objetivo da época já estar garantido, o médio senegalês promete que a equipa não vai retirar o pé do acelerador. "Não é tempo para festas. Vamos continuar a trabalhar da mesma forma porque ainda faltam trê...